“O homem é um animal racional, político e social” Aristóteles - (384 - 322 a.C.)
Prefiro a definição de que o homem seja racional e perdendo esta característica ao se tornar político e social, um verdadeiro animal, pronto a devorar toda a cadeia do ecossistema que o abriga.
Apesar de civilizado, o ser humano desenvolve atrocidades para se evidenciar, juntamente com uma casta, no poder sobre os demais.
Em qualquer tipo de organização social haverão classes privilegiadas em detrimento das demais. Até no seio familiar, onde teoricamente reinaria a igualdade, existem diferenças irreparáveis.
Nas nossas relaçãoes pessoais talvez o mutualismo seja a virtude predominante, mas o parasitarismo impera. Existem movimentos, religiões, partidos, associações ou cooperativismo que se sustentam no bem em comum, mas lideranças tendem a se locupletarem; na mais antiga versão daqueles que “Partem e repartem e ficam com a melhor parte.”
Li há muito tempo, também não sei onde e nem qual o autor, o seguinte postulado: “Se existirem apenas duas pessoas no mundo, uma será lider da outra”, um comando e um comandado!
A busca constante pela trilogia francesa: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” é uma falácia em sua plenitude.
O pensamento comunista divulga que seu objetivo, como a igualdade entre todos, seja um pensamento cristão, mas é uma falsa equivalência, pois o Cristão prega a divisão de bens pelo amor enquanto os seguidores de Carl Marx usam a força.
Assim, vamos por este espaço, a princípio eu, Marcus Aurelius, sugestionados por Remi, divulgando nossos pensamentos a respeito da construção social, sem que tenhamos respaldo filosófico catedrático; apenas embasados numa vivência permeada por um pouco de democracia e alguma liberdade ainda que exista.
(Por Arnooso Teurares)

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